Anavaree

Nós da Bardos e Bárbaros trazemos...


Anavaree 
Essa paisagem onírica permanente é um lugar idílico, iluminado por um sol dourado. Capim, árvores e pequenos lagos são visíveis no interior de uma clareira em um bosque. Pássaros pequenos voam entre as árvores, cantando belas melodias. No centro da clareira, há uma colina com um parque de diversões. Um enorme dragão de bronze circunda a colina, dormindo pacificamente. Ana, a sonhadora, brinca no parque.

Quando Ana sorri, o sol se ilumina. Quando ela gargalha, os arco-íris dançam. Por outro lado, surgem nuvens quando ela franze as sobrancelhas e suas lágrimas trazem chuva. Ainda pior, sua ira provoca relâmpagos. Ana não sabe que está dormindo. Ela jamais refletiu sobre sua situação uma atitude comum para os sonhadores em suas paisagens oníricas. O dragão, "Rabugento", permanece adormecido a menos que Ana seja ameaçada.

Na realidade, o corpo físico de Ana existe em estase na superfície de um planeta vermelho e morto, onde é impossível respirar. Ela é a única sobrevivente de uma tentativa de colonização de outro mundo que colidiu com as areias vermelhas do planeta. No interior da enorme cratera, há muito congelada, jaz a câmera de estase de Ana. Por algum milagre do destino ou sorte, ela continua intacta e funcional. Mas a mulher em seu interior sofreu um trauma mental e agora possui a mente de uma garotinha forçado que sonha continuamente. Ana não tem consciência uma garotinha em um sono de seu corpo verdadeiro ou do destino dos demais colonizadores; ela tem brincado despreocupadamente na paisagem onírica durante anos. Mas o dragão conhece a verdade.

Fonte: Manual dos Planos, DnD 3.5



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